“José Sócrates é uma personalidade marcante da nossa
história. Ele não é um D. Sebastião que vai voltar, também não é nenhuma
‘bête noire’ da qual nos temos que divorciar completamente”. As
declarações pertencem ao deputado e dirigente ‘rosa’, Francisco Assis,
que, em entrevista ao Sol rejeita a possibilidade de o
ex-primeiro-ministro voltar a ter um papel activo no PS. “É uma figura
que marcou fortemente a vida do País e a vida do PS e teve o seu tempo. E
esse tempo passou”, defende o responsável.
Ora, se este já não é o tempo de Sócrates, paira no ar a dúvida se
continuará a ser o tempo do actual-secretário geral socialista, António
José Seguro, ou se passará a ser o tempo do presidente da Câmara de
Lisboa, António Costa, que poderá vir a disputar a liderança do partido.
A este propósito, afirma Francisco Assis, seria “quase dilacerante ter que optar entre Costa e Seguro”, sustentando que é bastante próximo de ambos. Ainda neste contexto, o deputado afasta a hipótese de cálculo político no duelo latente entre o actual secretário-geral e, quem sabe, o futuro. “Não acho que haja aqui nenhuma artimanha. É a minha plena convicção.”
Ao mesmo tempo, Assis faz sobressair que sempre teve a “preocupação de estabilizar o partido”, advogando ainda que “o PS não pode ser adepto do imobilismo”. Quanto a um eventual regresso à liderança parlamentar do partido, assegurada actualmente por Carlos Zorrinho, comenta: “Está fora do meu horizonte pessoal para o resto da minha vida”.
Por fim, relativamente à entrada do responsável para a direcção ‘rosa’, diz, “fui reiteradamente convidado para a direcção do PS”, remetendo para o secretário-geral do partido “determinar em que em que termos esse consenso se deve materializar”.
A este propósito, afirma Francisco Assis, seria “quase dilacerante ter que optar entre Costa e Seguro”, sustentando que é bastante próximo de ambos. Ainda neste contexto, o deputado afasta a hipótese de cálculo político no duelo latente entre o actual secretário-geral e, quem sabe, o futuro. “Não acho que haja aqui nenhuma artimanha. É a minha plena convicção.”
Ao mesmo tempo, Assis faz sobressair que sempre teve a “preocupação de estabilizar o partido”, advogando ainda que “o PS não pode ser adepto do imobilismo”. Quanto a um eventual regresso à liderança parlamentar do partido, assegurada actualmente por Carlos Zorrinho, comenta: “Está fora do meu horizonte pessoal para o resto da minha vida”.
Por fim, relativamente à entrada do responsável para a direcção ‘rosa’, diz, “fui reiteradamente convidado para a direcção do PS”, remetendo para o secretário-geral do partido “determinar em que em que termos esse consenso se deve materializar”.
http://www.noticiasaominuto.com/politica/43912/s%C3%B3crates-n%C3%A3o-%C3%A9-d-sebasti%C3%A3o-nem-%C3%A9-b%C3%AAte-noire#.URTsQPI3Rdg
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